Perdeu um dente e foi deixando? A Dra. Brenda te diz o que dá para fazer.
Quero falar com a Dra. Brenda⭐ 5,0 no Google · 20 avaliações
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… vc sabe previamente o custo e ela faz um acompanhamento de excelencia dando suporte … Foi muito tranquilo o procedimento e a recuperaçao, ate me surpreendi. …
Loiane P.Um diferencial enorme é o acompanhamento após o procedimento, sempre mandando mensagem para saber como estou e se está tudo bem. …
Marco S.… Explicou cada etapa do procedimento com muita clareza, transmitindo confiança e tranquilidade durante toda a consulta. …
Alberto A.Excelente profissional, muito cuidadosa e atenciosa!!
Profissional extremamente capacitada, humana e paciente.
Flávia T.Excelente dentista! Bastante profissional e paciente! Super indico!
O implante é indicado para quem:
Quanto antes o espaço for reabilitado, mais simples o tratamento — o osso ainda está preservado.
Usa prótese removível e quer mais firmeza para falar e mastigar? Implantes podem dar estabilidade à que você já tem — ou substituí-la por uma fixa.
Fratura, canal sem sucesso ou ausência antiga com perda óssea (caso de enxerto — também tratamos).
Vamos ser diretos: depende de três coisas — o número de implantes, a necessidade de enxerto ósseo e o tipo de prótese final. É por isso que nenhum valor publicado na internet é confiável para o seu caso: quem publica um número sem te examinar está chutando. O que existe de honesto é o valor fechado do seu caso, definido na avaliação.
O que garantimos: na avaliação você recebe o plano com o investimento completo — sem "a partir de" que dobra depois — e as condições de parcelamento. Você decide com todas as informações na mão.
Deixe o nome e o WhatsApp. Ela retorna no mesmo dia para combinar o melhor horário da avaliação. Sem compromisso.
Tudo o que costuma aparecer na avaliação, explicado com calma. Abra só o que interessa ao seu caso.
"Implante" é o nome do parafuso de titânio que substitui a raiz do dente. O que muda entre um tratamento e outro é quantos dentes faltam, o que vai ser apoiado sobre esses parafusos e quanto osso existe para recebê-los. Abaixo estão as situações mais comuns, do caso mais simples ao mais extenso.
Um dente ausente, um implante, uma coroa em cima. É o cenário mais frequente e o de planejamento mais direto: o dente novo fica independente dos vizinhos, que não precisam ser desgastados como aconteceria numa ponte tradicional. Quando o espaço é recente e o osso está preservado, costuma ser também o tratamento de menor número de etapas.
Quando faltam dois, três ou quatro dentes seguidos, nem sempre é preciso um implante para cada um. Em muitos casos dois implantes bem posicionados sustentam uma ponte que repõe três dentes. A decisão depende da posição dos espaços, da qualidade do osso e da força de mordida naquela região — é uma conta de engenharia, não de aritmética.
Para quem não tem mais dentes numa arcada inteira, ou está com todos condenados, existe a prótese fixa apoiada em implantes — conhecida como protocolo. Em vez de uma dentadura que se movimenta, a arcada inteira é presa aos implantes e sai e entra só na mão da dentista. É o tratamento mais extenso dos três e o que exige o planejamento mais cuidadoso.
É a possibilidade de sair da cirurgia com um dente provisório no lugar, em vez de esperar meses com o espaço vazio. Depende da estabilidade que o implante alcança no osso no momento em que é instalado, e isso só se sabe ali. Não é uma escolha de catálogo: é uma condição que o osso oferece ou não.
Implante não é um procedimento único, é uma sequência. Os tempos abaixo são os típicos e variam com o caso.
| Fase | O que acontece | Tempo típico |
|---|---|---|
| 1. Avaliação e planejamento | Exame clínico, tomografia e análise do osso disponível. Aqui nasce o plano, com o número de implantes, o tipo de prótese e as etapas necessárias | Uma consulta |
| 2. Preparo da boca | Quando necessário: extração do dente condenado, tratamento de gengiva inflamada ou de infecção ativa. Implante não se instala em terreno doente | Varia com o caso |
| 3. Enxerto ósseo, se for o caso | Reconstrução do volume de osso que falta, para que o implante tenha onde se apoiar | Meses de espera antes da próxima fase |
| 4. Cirurgia de instalação | Colocação do implante com anestesia local, em ambiente clínico. Na maioria dos casos o desconforto do dia seguinte é menor do que o paciente imaginava | Uma sessão |
| 5. Osseointegração | Período em que o osso se une à superfície do implante. É biologia, e biologia não tem atalho: é o que dá firmeza ao dente que vem depois | Em geral de 3 a 6 meses |
| 6. Prótese definitiva | Moldagem, prova, ajuste de cor e forma, instalação da coroa ou da arcada e conferência da mordida | Algumas consultas |
| 7. Manutenção | Revisões periódicas, limpeza profissional e conferência dos parafusos e da mordida | Ao longo dos anos |
Quem avalia é quem opera. Da tomografia à instalação da prótese, é a mesma cirurgiã do começo ao fim. Você não conhece uma profissional na avaliação e encontra outra no dia da cirurgia. Para preço, a conversa é outra e tem página própria: o que forma o valor de um implante em Brasília.
Esta parte quase nunca aparece nas páginas de implante, e é justamente a que evita tratamento desnecessário. Nem todo espaço vazio pede implante, e nem todo momento é o momento. Situações em que a conversa costuma começar por outro caminho:
E o que se faz nesses casos? Há alternativas legítimas, e cada uma tem indicação própria: manter e tratar o dente natural, uma prótese fixa ou removível convencional enquanto o cenário não permite cirurgia, ou uma prótese provisória que devolve função e estética enquanto a gengiva ou a saúde geral são tratadas. Também acontece de a conclusão ser "não faça nada agora, volte em seis meses" — e essa também é uma resposta válida da avaliação.
Quando um dente é perdido, o osso que sustentava aquela raiz deixa de ser estimulado e vai se reabsorvendo com o tempo. Por isso ausência antiga costuma significar menos osso do que ausência recente. O implante precisa de volume ósseo para se ancorar; quando ele não existe, a saída é reconstruir esse volume antes — é o enxerto ósseo. É uma etapa a mais, com material próprio e um período de espera até o osso estar apto a receber o implante.
Pouco osso raramente significa "não dá". Na maioria dos casos significa "dá, com uma etapa a mais". Quem responde isso não é a experiência de outra pessoa nem a foto do dente: é a tomografia. Se quiser entender a lógica com calma antes da consulta, escrevemos um artigo só sobre isso: enxerto ósseo dentário: quando é preciso.
Nenhuma das situações abaixo é, por si, um impedimento. Todas mudam o planejamento, o acompanhamento e a conversa honesta sobre expectativa. Falar disso antes é o que diferencia um plano de um chute.
O cigarro prejudica a circulação na gengiva e no osso e está associado a taxas menores de sucesso, além de recuperação mais lenta. Fumantes podem fazer implante; o que muda é o rigor do acompanhamento e a orientação de reduzir ou suspender o fumo no período da cicatrização.
Diabetes bem controlada costuma permitir o tratamento com acompanhamento próximo. Descompensada, ela atrasa cicatrização e aumenta o risco de infecção — nesse cenário a ordem é estabilizar antes, junto com o médico que acompanha o caso.
Apertar ou ranger os dentes sobrecarrega a prótese e os parafusos. Não impede o implante, mas costuma exigir placa de proteção noturna e revisões mais frequentes de mordida. Ignorar bruxismo é uma das causas de trabalho que precisa de ajuste antes do tempo.
Alguns medicamentos usados para osteoporose e em alguns tratamentos oncológicos alteram o metabolismo ósseo e pedem avaliação específica antes de qualquer cirurgia. Traga a lista completa do que você usa para a consulta, inclusive o que parece irrelevante.
Nada disso é motivo para deixar de perguntar. É motivo para perguntar antes: a avaliação existe para colocar essas variáveis na mesa e decidir com elas visíveis, não para descobri-las no meio do tratamento.
O implante não tem cárie — e é exatamente por isso que muita gente relaxa. O que adoece ali não é o dente artificial, é o tecido em volta: gengiva e osso podem inflamar por acúmulo de placa, num quadro chamado peri-implantite, e a perda óssea que vem daí é o que solta um implante bem instalado anos depois.
O agravante é que essa inflamação costuma ser silenciosa no começo: sem dor, não há aviso, e o paciente só percebe quando já há osso perdido. A revisão periódica existe para enxergar o problema enquanto ele ainda é pequeno e reversível.
O que a manutenção envolve, na prática:
Implante bem cuidado costuma durar muitos anos. A parte que depende de nós é o planejamento e a execução; a parte que depende de você é aparecer para a revisão. Nenhuma das duas funciona sozinha.
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